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A criança do Hospital Evangélico

Funcionários de um hospital de Anápolis teriam começado a perceber uma menina caminhando sozinha pelos corredores. Ela aparecia rapidamente, geralmente durante a madrugada, e desaparecia antes que alguém conseguisse alcançá-la.

A criança não parecia agressiva. Usava roupas claras e permanecia em silêncio. Algumas vezes olhava para o interior de um quarto; em outras, atravessava o corredor e desaparecia atrás de uma porta.

Quando os profissionais perguntavam quem era a menina, ninguém sabia responder. Não havia criança com aquelas características internada na unidade.

Com o tempo, surgiu a crença de que sua aparição seria um presságio. Depois de ela ser vista, algum paciente gravemente enfermo poderia falecer.

Essa associação nunca foi comprovada e deve ser entendida somente como lenda urbana. Ainda assim, nos relatos, a menina continua percorrendo silenciosamente os corredores, sem ameaçar ninguém e sem revelar sua identidade.

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