Uma extensa formação de blocos de basalto negro atravessa o Vale da Portaria como uma grande muralha. A disposição das pedras alimentou a crença de que não se trataria apenas de uma obra da natureza.
A tradição atribui sua construção a diferentes povos. Algumas versões falam em incas ou maias; outras dizem que a muralha dividia dois antigos territórios. Há ainda narrativas sobre blocos presos com óleo de baleia e sobre uma civilização desaparecida que dominava técnicas de construção desconhecidas.
Essas interpretações fazem parte do imaginário local e não possuem comprovação arqueológica conclusiva. A formação oficialmente divulgada possui aproximadamente 15 quilômetros.