No final da década de 1990, uma mulher teria morrido atropelada na saída de Anápolis para Goiânia. Depois do acidente, motoristas começaram a encontrar uma jovem pedindo carona à margem da rodovia.
Ela indicava um endereço e entrava no automóvel. Durante o trajeto, permanecia calada, olhando fixamente pela janela.
Em certo ponto da viagem, o motorista percebia que estava sozinho. A porta não havia sido aberta e o carro não tinha parado, mas a passageira desaparecera.
Em algumas versões, quem procurava a família no endereço indicado descobria que a mulher havia morrido anos antes. O local em que ela desaparecia era próximo daquele em que ocorrera o atropelamento.
A Caroneira da Rodovia e a Morta da Praça Cônego Trindade podem ser variações anapolinas do conhecido mito brasileiro da mulher que pede carona e desaparece.