Motoristas que subiam à noite pela Avenida Engenheiro Portela contavam que uma jovem costumava aparecer junto à Praça Cônego Trindade, na Vila Góis.
A moça fazia sinal para os carros e parecia pedir ajuda. Alguns condutores diminuíam a velocidade, mas, quando contornavam a praça para alcançá-la, ela desaparecia.
Outros afirmavam que a jovem chegava a entrar no veículo. Permanecia em silêncio durante alguns metros e sumia do banco quando o automóvel passava por determinado ponto.
Segundo a história, a moça teria morrido atropelada naquele local. Sem compreender o próprio destino, continuaria repetindo os últimos momentos de sua vida.